quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

amnesia

Tempo passa, tempo voa, tempo para. Tudo tão intenso que não é passível de reconhecimento.
Brincam de dois lados, positivo e negativo, sempre.

Um gosta de saber respontas, enquanto o outro já as esconde. 
Aceita facilmente, luta contra. Sorri, desvia o olhar. Ataca, defende-se.

Se sentem bem por saber que no outro dói o suficiente para ser válido. A dor é guia e bela, tão bela que escorre pelos dedos e voa. E voando dá dó, porque querem sua presença consigo, para que espelhando-se no que já foi e feriu, tudo tenha um 'que' de novo e doce.

Um comentário:

Raphael disse...

E na intensidade tento decifrar-te
tento agradar-te e arrancar de si sorrisos verdadeiros.
Agarrar-te e moder-te é sempre a resultante
resultante matematicamente inexplicável, inquestionável.
Roubo-te e levo-te comigo
E escondo que quem leva-me consigo, és tu.